PRODUTO SOLINN

CGS: ocorrências sob controle. Informação para agir.

Centralize o registro, o acompanhamento e o histórico de ocorrências em um só lugar, com informação organizada para apoiar a operação e a tomada de decisão.

  • Rastreabilidade operacional
  • Evidências organizadas
  • Histórico para acompanhamento
Painel operacional real do Solinn CGS mostrando resumo de ocorrências, distribuição por status e ocorrências ativas por base.

O PROBLEMA DA FRAGMENTAÇÃO

Quando uma ocorrência acontece, onde ela fica?

Mensagens, emails, planilhas e anotações podem espalhar partes importantes do mesmo fato. O CGS centraliza a ocorrência em um registro estruturado para acompanhamento e consulta.

Diagrama mostrando informações de uma ocorrência dispersas em mensagens, email, planilhas, anotações e papel sendo centralizadas no CGS em registro, responsáveis, histórico e evidências.

QUANDO FALTA ESTRUTURA

O problema não termina quando a ocorrência é registrada

Sem um registro organizado, acompanhar o que aconteceu pode depender de mensagens, memória, planilhas e pessoas específicas. Com o tempo, o contexto se perde e a operação fica mais difícil de acompanhar.

Responsabilidade pouco clara

Fica mais difícil saber quem está acompanhando cada ocorrência e qual é o próximo passo.

Evidências espalhadas

Imagens, documentos e informações podem ficar separados do registro principal.

Histórico difícil de reconstruir

Entender o que aconteceu, quando mudou e quem participou pode exigir busca manual em várias fontes.

Visibilidade limitada entre bases

Quando cada unidade registra de um jeito, comparar e acompanhar a operação se torna mais trabalhoso.

O QUE O CGS ORGANIZA

Tudo o que uma ocorrência precisa, em um só registro

O CGS reúne as informações essenciais para registrar, acompanhar e consultar ocorrências com mais clareza.

Registro de ocorrências

Centralize as informações essenciais do que aconteceu.

Responsáveis

Identifique quem participa e quem acompanha cada ocorrência.

Anexos e evidências

Mantenha documentos, imagens e arquivos ligados ao registro.

Histórico e auditoria

Mantenha interações, alterações e evolução da ocorrência disponíveis para consulta e reconstrução do histórico.

Consulta e pesquisa

Encontre ocorrências e informações com mais rapidez.

Relatórios e exportações

Reúna informações para análise e acompanhamento operacional.

CICLO DA OCORRÊNCIA

Do registro à consulta do histórico

1

Registrar

Estruture o que aconteceu e os dados relevantes da ocorrência.

2

Definir responsáveis

Indique quem participa e quem acompanha a ocorrência.

3

Acompanhar

Registre interações, evidências e a evolução do caso.

4

Consultar

Recupere o histórico para analisar e orientar a operação.

OCORRÊNCIA NÃO É APENAS UM CHAMADO

Quando o objetivo é entender o que aconteceu, o registro precisa ir além do atendimento

Sistemas de chamados são úteis quando o foco principal é receber, direcionar e resolver solicitações ou incidentes. O CGS parte de outra necessidade: estruturar a ocorrência operacional como um registro da operação, mantendo contexto, responsáveis, evidências, interações e histórico ao longo do tempo.

ATENDIMENTO E TICKETING

Quando o centro do processo é resolver uma solicitação

  • Entrada de uma solicitação ou incidente
  • Fila e encaminhamento de atendimento
  • Prioridade e acompanhamento da resolução
  • Encerramento do chamado

Esse modelo é adequado quando o principal objetivo é organizar o atendimento.

GESTÃO DE OCORRÊNCIAS

Quando o centro do processo é preservar o contexto do que aconteceu

  • Registro estruturado da ocorrência
  • Responsáveis e participantes
  • Evidências e interações
  • Histórico para acompanhamento e consulta

O CGS foi pensado para operações em que a ocorrência continua sendo relevante como registro mesmo depois da ação imediata.

Se a necessidade principal é gerenciar atendimento, uma solução de helpdesk pode ser adequada. Se a operação precisa estruturar, acompanhar e consultar ocorrências como registros próprios da operação, o CGS foi pensado para esse contexto.

QUANDO É PRECISO VOLTAR AO QUE ACONTECEU

Registrar é só o começo. O valor aparece quando o histórico precisa ser reconstruído.

Quando uma ocorrência volta à pauta dias ou meses depois, a operação precisa conseguir recuperar contexto, responsáveis, evidências e interações sem depender da memória de uma pessoa ou de buscas em vários canais.

Reconstruir o contexto

Consulte o registro e o histórico para entender o que aconteceu e como a ocorrência evoluiu.

Reunir evidências

Mantenha imagens, documentos e informações de apoio associados à própria ocorrência.

Demonstrar o acompanhamento

Tenha um histórico mais organizado para revisões internas, conversas com clientes e análises operacionais.

Quando alguém pergunta "o que aconteceu e como isso foi acompanhado?", a resposta não deveria depender de memória, mensagens antigas ou planilhas isoladas.

ONDE O CGS PODE FAZER SENTIDO

Operações em que ocorrências precisam ser acompanhadas com clareza

O CGS pode ser aplicado em operações onde registrar, acompanhar e consultar ocorrências faz parte da rotina.

Segurança e patrimônio

Ocorrências que envolvem segurança, patrimônio, acessos, avarias e situações de campo.

Facilities e operação

Ocorrências relacionadas a espaços, equipamentos, manutenção e rotina operacional.

Operações distribuídas

Ocorrências que precisam ser acompanhadas entre bases, unidades ou equipes diferentes.

Rastreabilidade operacional

Situações em que histórico, evidências e responsáveis precisam permanecer claros ao longo do tempo.

Prestadores e operações terceirizadas

Para equipes que executam serviços em nome de um cliente e precisam manter ocorrências, responsáveis, evidências e histórico organizados para acompanhamento e prestação de contas.

Indústria e operações críticas

Situações em que desvios, eventos ou ocorrências operacionais precisam manter responsáveis, evidências e histórico acessíveis para acompanhamento e análise.

Uma operação organizada não substitui a qualidade do serviço, mas facilita demonstrar como situações foram registradas e acompanhadas. Consultores, integradores e especialistas em segurança, facilities ou operação também podem conversar com a Solinn para avaliar a aderência do CGS ao cenário de seus clientes.

APROFUNDE O TEMA

Conteúdos para estruturar o registro de ocorrências

Conteúdos para entender quando uma operação precisa estruturar melhor o registro e o acompanhamento de ocorrências.

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DA NECESSIDADE OPERACIONAL AO PRODUTO

Um produto construído a partir de uma necessidade real de operação

O CGS nasceu da necessidade de organizar ocorrências, responsáveis, evidências e histórico em um ambiente estruturado. A partir dessa base, a Solinn evolui o CGS como produto para outros contextos operacionais, mantendo o foco na gestão de ocorrências.

Estrutura antes de complexidade

O foco está em organizar com clareza o que precisa ser registrado, acompanhado e consultado.

Produto, não projeto isolado

O CGS evolui como produto Solinn, com uma base consistente para diferentes contextos operacionais.

Aderência avaliada com contexto

Antes da adoção, a Solinn entende o cenário e avalia como o CGS se encaixa na operação.

CONVERSA COM A SOLINN

Vamos entender onde o CGS pode fazer sentido

Deixe seus dados e, se quiser, conte brevemente como sua operação lida com ocorrências hoje. A Solinn entra em contato para entender o cenário — seja em uma operação interna, em um serviço prestado a clientes ou em uma avaliação conduzida por um especialista — e apresentar o CGS.

  • Entender seu cenário
  • Apresentar o CGS
  • Avaliar aderência e próximos passos

Conheça o CGS

Preencha os dados e conte brevemente sobre a operação.

FAQ

Dúvidas frequentes

Para quais tipos de operação o CGS é indicado?

O CGS faz sentido em operações onde ocorrências precisam ser registradas, acompanhadas e consultadas com clareza, especialmente quando responsáveis, evidências e histórico fazem parte da rotina.

O CGS pode ser avaliado para o meu cenário?

Sim. A Solinn entende como sua operação trabalha hoje e avalia se o modelo de gestão de ocorrências do CGS é adequado ao cenário apresentado.

A Solinn demonstra o produto?

Sim. Podemos apresentar o fluxo real do CGS e conversar sobre como ele se aplica à realidade da sua operação.

O CGS integra automaticamente WhatsApp, email ou planilhas?

Não por padrão. Esses canais são exemplos de onde informações podem ficar dispersas antes de serem registradas no CGS. O foco do produto é centralizar e estruturar a ocorrência para acompanhamento, evidências e histórico.

Qual é a diferença entre o CGS e um sistema de chamados?

Sistemas de chamados são normalmente orientados ao atendimento e à resolução de solicitações ou incidentes. O CGS é orientado ao registro e acompanhamento da ocorrência operacional, preservando contexto, responsáveis, evidências, interações e histórico como parte central do registro.

Como o CGS melhora a rastreabilidade de ocorrências?

O CGS mantém registro, responsáveis, interações, evidências e histórico associados à ocorrência, facilitando entender o que aconteceu e acompanhar sua evolução ao longo do tempo.

O CGS pode ajudar prestadores de serviço a organizar ocorrências para apresentar ao cliente?

Sim, quando o serviço envolve ocorrências que precisam permanecer associadas a responsáveis, evidências, interações e histórico. O CGS organiza esse registro para acompanhamento e consulta, mas não substitui os processos contratuais, operacionais ou de qualidade definidos entre prestador e cliente.

O CGS é um sistema de gestão da qualidade ou de não conformidades?

Não. O CGS é orientado à gestão de ocorrências operacionais. Ele pode ser útil em ambientes onde rastreabilidade, evidências e histórico são importantes, mas não substitui um QMS, processos CAPA, requisitos ISO ou outros controles específicos de gestão da qualidade.

PRÓXIMO PASSO

Sua operação precisa de mais controle sobre as ocorrências?

Se registrar, acompanhar e consultar ocorrências é parte importante da rotina, vale conversar com a Solinn para entender se o CGS faz sentido para sua operação.

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